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segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Conselhos do Papa Francisco para ir à Missa com crianças
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Unknown,
AS
08:12
Choros ou gritos das crianças
podem atrapalhar, mas a comunidade deve incentivar a participação de toda
família
“Chata!” Respondi à minha avó
quando me perguntou sobre o que eu havia achado da Missa. Na época, eu tinha
uns seis anos. E olha que cresci em uma família católica, freqüentando Missas e
catequeses! Recordo que ir à Missa, muitas vezes, representava uma soneca
durante a homilia, pipocas doces e coloridas ou sorvete no fim. Confesso
que minha participação não era exemplar, porém, creio que essa liberdade na
participação foi ajudando a semear a fé em meu coração e em minha mente.
Conforme concluiu o Concílio
Vaticano II, a Eucaristia é a fonte e ápice da vida cristã. Conscientes
da suma importância desse sacramento, muitos pais ficam preocupados se seus
filhos estão participando da Missa de maneira adequada ou ainda se não estão
atrapalhando as pessoas ao redor. Afinal, olhares de recriminação são
rapidamente percebidos. Paciência e coragem! Vejam cinco conselhos do Papa
Francisco para continuarmos indo à Missa com nossas crianças:
1. O que fazer quando a criança
chora?
“O choro da criança é a voz de
Deus, é a melhor oração”, afirma o Papa Francisco. Disse que, quando alguém
fica incomodado ao ver uma criança chorando na igreja e pede para retirá-la,
está apagando a voz de Deus. “As crianças choram, fazem barulho em todos os
lugares. Mas nunca podemos expulsar as crianças que choram na igreja”,
completa. Afinal, o pedido de Jesus é claro: “Deixem as crianças virem a mim”.
2. O que fazer quando a criança
sentir fome?
“Amamente-os, não se preocupem”,
ensina. Muitas mães ficam constrangidas diante da necessidade de alimentar seus
filhos. “Vocês mães dão leite às suas crianças e, mesmo agora, se eles chorarem
por estarem com fome, amamente-os, não se preocupem”, disse o Papa em uma
celebração na Capela Sistina. Nesses momentos, rezem por tantas mães pobres do
mundo que não conseguem alimentar sua família.
3. Como ensinar as crianças?
O Santo Padre recorda que tudo
depende da atitude que temos para com as crianças. Francisco questiona se o que
se ensina às crianças com as palavras é vivido por quem transmite a fé. “Com as
palavras não serve… Hoje, as palavras não servem! Neste mundo da imagem, todos
estes têm telefone e as palavras não servem… Exemplo! Exemplo!”, exorta o Papa.
4. Como deve ser a oração das
crianças?
“Rezem ao Senhor, rezem à Nossa
Senhora, para que ajudem vocês neste caminho da verdade e do amor. ‘Vocês
entenderam? Vocês vieram aqui para ver Jesus, de acordo? Ou deixamos Jesus de
lado?’ (As crianças respondem: ‘não!’). Agora, Jesus vem ao altar. E todos nós
O veremos! Neste momento, devemos pedir a Ele que nos ensine a caminhar na
verdade e no amor”, ensina Francisco.
5. Coração das crianças: lugar de
oração
O Papa destaca ainda gestos muito
delicados, como quando as mães ensinam os filhos pequenos a mandarem um beijo a
Jesus ou a Nossa Senhora. Falo disso em meu livro ‘Papa Francisco às
Famílias, os segredos para a conquista de um lar feliz’: “Quanta ternura há
nisso! Naquele momento, o coração das crianças se transforma em lugar de
oração. E é um dom do Espírito Santo. Não nos esqueçamos nunca de pedir este
dom para cada um de nós, porque o Espírito de Deus tem aquele seu modo especial
de dizer, nos nossos corações, ‘Abá’ – ‘Pai’. Ele nos ensina a dizermos “Pai”
propriamente como o dizia Jesus, um modo que nunca poderemos encontrar
sozinhos.”
Uma graça oferecida a todos
Não entendendo direito o
significado do que está acontecendo, os pequenos têm dificuldade de ficar
sentados e tranqüilos durante uma hora (tempo que costuma durar uma celebração
dominical). Choros ou gritos de crianças parecem interromper a sacralidade das
funções. Criança é criança. Não teria sentido fingir uma participação, fazer
caras e bocas, já que o significado da celebração se aprende com o tempo.
O que nos consola é saber que, na
Missa, há uma graça comunitária e pessoal oferecida a todos. Na Eucaristia, o
Espírito Santo transforma pão e vinho em Corpo e Sangue de Cristo, agindo na
comunidade para torná-la Corpo no Senhor. Meus pais e avós conseguiram
transmitir a mim a fé, minha maior herança. Agora, é minha vez de transmitir a
fé ao meu filho e às novas gerações. Claro, não estou sozinho, conto com
pessoas mais experientes como meus familiares e amigos de caminhada.
Fonte:http://formacao.cancaonova.com/familia/pais-e-filhos/conselhos-do-papa-francisco-para-ir-missa-com-criancas/
quinta-feira, 28 de julho de 2016
JMJ 2016: 'Não tenham medo', diz Papa Francisco aos jovens
Postado Por
Unknown,
AS
08:55
Da janela papal, ele saúda a juventude, em seu primeiro
contato com os participantes da JMJ
Seguindo uma tradição em Cracóvia, o Papa Francisco saiu na
janela papal, no Palácio Episcopal, para saudar a juventude, na noite desta
quarta-feira - repetindo o gesto histórico de São João Paulo II, que costumava
acenar para os jovens do mesmo local, quando vinha à cidade. Esta foi a
primeira mensagem dirigida presencialmente aos jovens reunidos para a JMJ.
Depois de cumprir uma agenda oficial que incluiu uma visita ao Castelo Wawel e
encontros com autoridades, o Papa surgiu na janela, exatamente às 21h14, para
cumprimentar uma multidão de jovens que o aguardavam, cantando e festejando.
O Papa iniciou sua fala pedindo silêncio em memória ao jovem
Maciej Ciesla, que trabalhou na organização desta edição da Jornada e que
faleceu em decorrência de um câncer, em julho, aos 22 anos de idade."
Devemos nos habituar a coisas boas e ruins. Assim é a vida. Mas tem uma coisa
que não devemos duvidar: a fé deste jovem que tanto trabalhou por esta
Jornada", disse o Papa aos jovens. "Ele agora retornou a Jesus",
afirmou, pedindo aplausos em sua homenagem.
Encorajando os jovens, o Papa pediu para que não tenham
medo. "Vocês têm uma jóia, que é sua fé cristã". Antes de encerrar,
ele convocou para que cada um, em sua língua, rezasse uma Ave Maria e se
despediu dizendo: "Rezem por mim".
Fonte: http://www.krakow2016.com/pt/nao-tenham-medo-diz-papa-francisco-aos-jovens
terça-feira, 26 de julho de 2016
JMJ 2016: O Brasil se destaca na Jornada Mundial da Juventude em Cracóvia
Postado Por
Unknown,
AS
09:17
País é o terceiro em número de peregrinos inscritos, à
frente de muitas nações europeias
À espera de mais de 2 milhões de peregrinos, abre-se
nesta semana a 31ª edição da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que vai
até domingo, 31 de julho, na terra de São João Paulo II.
Cracóvia recebe o grande encontro de jovens pela
segunda vez: a bela cidade do sul da Polônia também foi a sede da JMJ de 1991.
São João Paulo II, que idealizou as jornadas e realizou a
primeira em 1986, em Roma, vai ser homenageado na missa de abertura desta
edição, a ser celebrada nesta terça-feira, 26. O cardeal dom Orani João
Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro e membro da comitiva papal em Cracóvia,
recorda:
“Tudo começou em Roma com João Paulo II e hoje corre mundo
afora. Vendo a realidade do mundo na época, ele considerou importante fazer com
que os jovens se aprofundassem na fé da forma que eles gostam, num evento
grande em que estivessem juntos”.
O Papa Francisco presidirá os atos centrais do
evento, como a Acolhida, a Via Sacra, a Vigília e a Missa de Envio, que encerra
a jornada e, ao mesmo tempo, abre os preparativos da próxima.
O Brasil, que sediou a edição passada no Rio de
Janeiro, tem importante presença no encontro de Cracóvia: apesar da distância,
trata-se do terceiro país em número de peregrinos na Polônia, atrás
da própria Polônia (com 25,5% dos jovens inscritos) e da Itália (com 13,6%). O
Brasil supera países europeus muito mais próximos de Cracóvia, como a Alemanha,
a França, a Espanha e Portugal, e países das Américas como os Estados Unidos, o
México, a Argentina e o Chile.
Parte da grande participação brasileira se deve ao sucesso
da JMJ no Rio, que superou todas as expectativas de público.
Números da JMJ de Cracóvia 2016
– São esperados 2 milhões de participantes nesta edição da
Jornada.
– Os peregrinos são de mais de 100 países.
– O número de jovens inscritos previamente chega a 600 mil.
– Dos 600 mil inscritos, 13 mil são brasileiros.
– 150 voluntários do Brasil participam da organização do
evento.
– 14 locais de catequese serão em língua portuguesa, 5 deles
coordenados por brasileiros, inclusive 30 bispos do Brasil.
Participação à distância
Dom Frank Caggiano, arcebispo de Bridgeport, nos Estados
Unidos, recorda que a jornada é para todos os católicos do mundo, e não só para
os que puderem estar presentes em Cracóvia:
“Queremos que todos saibam que ninguém está excluído de uma
peregrinação como esta. Cada um é chamado a ser um peregrino, independentemente
de poder ou não viajar à Polônia. Queremos que cada jovem, que cada adulto
jovem, saiba que faz parte desta peregrinação, fisicamente em Cracóvia ou
espiritualmente em casa”.
Fonte: http://pt.aleteia.org/2016/07/25/o-brasil-se-destaca-na-jornada-mundial-da-juventude-em-cracovia/
segunda-feira, 22 de junho de 2015
A Ideologia de gênero é contrária ao plano de Deus - catequese do Papa Francisco
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Unknown,
AS
13:16
O site ACI/EWTN
Noticias publicou nesta quarta-feira (15/04/15) as
palavras do Santo Padre em sua habitual catequese na qual ressaltou que a
criação do homem e da mulher, com o sacramento do matrimônio, são “um
maravilhoso dom que Deus instituiu à humanidade”.
Antes de começar o seu
discurso, o Papa explicou que “esta catequese e a próxima serão sobre a
diferença e a complementariedade entre o homem e a mulher, que estão no vértice
da criação divina; as duas catequeses que seguirão depois serão sobre outros
temas do Matrimônio”. Durante a sua explicação, o Papa Francisco denunciou a
ideologia de gênero ou teoria do gênero e mostrou uma série de preocupações que
se derivam dela. Pedindo a todos os fiéis e principalmente às famílias que
mostrem a beleza da aliança entre o homem e a mulher, animou a vivê-la “para o
bem”. O Papa começou recordando o Livro do Gênesis, onde lemos que Deus, depois
de ter criado o universo inteiro, “criou o ser humano à sua imagem: criou-os
homem e mulher.” Francisco sublinhou que “a diferença sexual está presente em
muitas formas de vida. Não só o homem e nem só a mulher são imagem de Deus, mas
ambos, como casal, são imagem de Deus Criador. “Isto nos diz que não só o homem
tomou em si a imagem de Deus, não só a mulher tomou em si a imagem de Deus, mas
também o homem e a mulher, como casal, são imagem de Deus”.
Portanto, a diferença entre
eles tem em vista a comunhão e a geração, e não a contraposição nem a
subordinação. “Somos feitos para ouvir-nos e ajudar-nos reciprocamente. Sem
esse enriquecimento recíproco, não se pode entender profundamente o que
significa ser homem e mulher”, disse o Papa. Continuando, disse que “a cultura
moderna e contemporânea abriu novos espaços, novas liberdades e novas
profundidades para o enriquecimento da compreensão destas diferenças”, mas
denunciou que “introduziu também muitas dúvidas e muito ceticismo”. Depois
enumerou uma série de exemplos: “Pergunto-me, por exemplo, se a chamada teoria
do gênero não é expressão de uma frustração e resignação, com a finalidade de
cancelar a diferença sexual por não saber mais como lidar com ela. Neste caso,
corremos o risco de retroceder”, alertou. “A eliminação da diferença, com
efeito, é um problema, não uma solução. Para resolver seus problemas de
relação, o homem e a mulher devem dialogar mais, escutando-se, conhecendo-se e
amando-se mais”. Aliás, “devem tratar-se com respeito e colaborar com a
amizade”. E “com estas bases humanas, sustentadas pela graça de Deus, é
possível projetar a união matrimonial e familiar que dure para a vida inteira”.
“A união matrimonial e familiar é algo sério, não só para os cristãos, é para
todos”, assinalou.
Nesse sentido, exortou os
intelectuais a que “não abandonem este tema, como se fosse algo secundário pelo
empenho em favor de uma sociedade mais livre e justa”. “Deus confiou a terra à
aliança do homem e da mulher: a falência desta aliança gera a aridez dos afetos
no mundo e obscurece o céu da esperança”. “Os sinais são visíveis e
preocupantes”, disse, indicando duas reflexões que merecem atenção: A primeira,
relacionada à importância da mulher e seu papel na sociedade. Sobre isto
manifestou que “sem dúvida devemos fazer muito mais a favor da mulher, se
queremos dar mais força à reciprocidade entre homens e mulheres. É necessário,
de fato, que a mulher não seja somente mais ouvida, mas que a sua voz tenha um
peso real, uma autoridade reconhecida na sociedade e na Igreja. O Pontífice
citou como exemplo o modo como Jesus no Evangelho considerou as mulheres num
período em que eram relegadas a segundo plano: “Em um contexto menos favorável
que o nosso, manda uma luz potente, que ilumina um caminho que leva longe, do
qual percorremos somente uma parte”, trata-se pois “de um caminho a
percorrer-se com mais criatividade e mais audácia”.
A segunda reflexão diz
respeito ao tema do homem e da mulher criados à imagem de Deus. “Me pergunto se
a crise de confiança coletiva em Deus não estaria relacionada à crise da
aliança entre homem e mulher, já que a comunhão com Deus está intimamente
ligada à comunhão do casal humano. O Pontífice esclareceu que a Escritura “nos
diz que a comunhão com Deus se comprova na comunhão do casal humano e que a
perda da confiança no Pai celeste gera divisão e conflito entre o homem e a
mulher”. Eis então a grande responsabilidade da Igreja e de todos os fiéis e
das famílias cristãs para redescobrir a beleza do projeto criador que grava a
imagem de Deus também na aliança entre o homem e a mulher”. O Papa concluiu
dizendo que “a terra enche-se de harmonia e confiança quando a aliança entre o
homem e a mulher é vivida no bem. Jesus nos encoraja explicitamente ao
testemunho desta beleza, que é a imagem de Deus”, concluiu o Papa.
Por Álvaro de Juana
Fonte:http://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-a-ideologia-de-genero-e-contraria-ao-plano-de-deus-10716/
Fiquem com Deus!
A Paz de Cristo!
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