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segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Conselhos do Papa Francisco para ir à Missa com crianças
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Unknown,
AS
08:12
Choros ou gritos das crianças
podem atrapalhar, mas a comunidade deve incentivar a participação de toda
família
“Chata!” Respondi à minha avó
quando me perguntou sobre o que eu havia achado da Missa. Na época, eu tinha
uns seis anos. E olha que cresci em uma família católica, freqüentando Missas e
catequeses! Recordo que ir à Missa, muitas vezes, representava uma soneca
durante a homilia, pipocas doces e coloridas ou sorvete no fim. Confesso
que minha participação não era exemplar, porém, creio que essa liberdade na
participação foi ajudando a semear a fé em meu coração e em minha mente.
Conforme concluiu o Concílio
Vaticano II, a Eucaristia é a fonte e ápice da vida cristã. Conscientes
da suma importância desse sacramento, muitos pais ficam preocupados se seus
filhos estão participando da Missa de maneira adequada ou ainda se não estão
atrapalhando as pessoas ao redor. Afinal, olhares de recriminação são
rapidamente percebidos. Paciência e coragem! Vejam cinco conselhos do Papa
Francisco para continuarmos indo à Missa com nossas crianças:
1. O que fazer quando a criança
chora?
“O choro da criança é a voz de
Deus, é a melhor oração”, afirma o Papa Francisco. Disse que, quando alguém
fica incomodado ao ver uma criança chorando na igreja e pede para retirá-la,
está apagando a voz de Deus. “As crianças choram, fazem barulho em todos os
lugares. Mas nunca podemos expulsar as crianças que choram na igreja”,
completa. Afinal, o pedido de Jesus é claro: “Deixem as crianças virem a mim”.
2. O que fazer quando a criança
sentir fome?
“Amamente-os, não se preocupem”,
ensina. Muitas mães ficam constrangidas diante da necessidade de alimentar seus
filhos. “Vocês mães dão leite às suas crianças e, mesmo agora, se eles chorarem
por estarem com fome, amamente-os, não se preocupem”, disse o Papa em uma
celebração na Capela Sistina. Nesses momentos, rezem por tantas mães pobres do
mundo que não conseguem alimentar sua família.
3. Como ensinar as crianças?
O Santo Padre recorda que tudo
depende da atitude que temos para com as crianças. Francisco questiona se o que
se ensina às crianças com as palavras é vivido por quem transmite a fé. “Com as
palavras não serve… Hoje, as palavras não servem! Neste mundo da imagem, todos
estes têm telefone e as palavras não servem… Exemplo! Exemplo!”, exorta o Papa.
4. Como deve ser a oração das
crianças?
“Rezem ao Senhor, rezem à Nossa
Senhora, para que ajudem vocês neste caminho da verdade e do amor. ‘Vocês
entenderam? Vocês vieram aqui para ver Jesus, de acordo? Ou deixamos Jesus de
lado?’ (As crianças respondem: ‘não!’). Agora, Jesus vem ao altar. E todos nós
O veremos! Neste momento, devemos pedir a Ele que nos ensine a caminhar na
verdade e no amor”, ensina Francisco.
5. Coração das crianças: lugar de
oração
O Papa destaca ainda gestos muito
delicados, como quando as mães ensinam os filhos pequenos a mandarem um beijo a
Jesus ou a Nossa Senhora. Falo disso em meu livro ‘Papa Francisco às
Famílias, os segredos para a conquista de um lar feliz’: “Quanta ternura há
nisso! Naquele momento, o coração das crianças se transforma em lugar de
oração. E é um dom do Espírito Santo. Não nos esqueçamos nunca de pedir este
dom para cada um de nós, porque o Espírito de Deus tem aquele seu modo especial
de dizer, nos nossos corações, ‘Abá’ – ‘Pai’. Ele nos ensina a dizermos “Pai”
propriamente como o dizia Jesus, um modo que nunca poderemos encontrar
sozinhos.”
Uma graça oferecida a todos
Não entendendo direito o
significado do que está acontecendo, os pequenos têm dificuldade de ficar
sentados e tranqüilos durante uma hora (tempo que costuma durar uma celebração
dominical). Choros ou gritos de crianças parecem interromper a sacralidade das
funções. Criança é criança. Não teria sentido fingir uma participação, fazer
caras e bocas, já que o significado da celebração se aprende com o tempo.
O que nos consola é saber que, na
Missa, há uma graça comunitária e pessoal oferecida a todos. Na Eucaristia, o
Espírito Santo transforma pão e vinho em Corpo e Sangue de Cristo, agindo na
comunidade para torná-la Corpo no Senhor. Meus pais e avós conseguiram
transmitir a mim a fé, minha maior herança. Agora, é minha vez de transmitir a
fé ao meu filho e às novas gerações. Claro, não estou sozinho, conto com
pessoas mais experientes como meus familiares e amigos de caminhada.
Fonte:http://formacao.cancaonova.com/familia/pais-e-filhos/conselhos-do-papa-francisco-para-ir-missa-com-criancas/
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
O que a Igreja ensina a respeito da fecundação artificial?
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Unknown,
AS
16:36
A fecundação artificial,
também denominada "in vitro", consiste na fecundação de um óvulo em
proveta, fora portanto do corpo da mulher. Nisso o procedimento é diferente da
"inseminação artificial", que acontece mediante a transferência, nas
vias genitais da mulher, do esperma previamente recolhido. O juízo moral a
respeito de ambas as práticas é negativo, de acordo com o Magistério da Igreja,
mas, neste episódio de "A Resposta Católica", apenas a fecundação
artificial será objeto de análise.
Vejamos, então, por que razões a
Igreja se manifesta contrária a essa técnica de procriação. Os argumentos para
rejeitar a fecundação "in vitro" podem ser condensados basicamente em
dois, os quais são expressos em duas importantes declarações do Magistério
recente da Igreja. Deixamos transcritos abaixo os trechos que consideramos mais
relevantes para a abordagem integral da questão.
1. "Um ponto preliminar
para o juízo moral acerca de tais técnicas é constituído pela consideração das
circunstâncias e das conseqüências que elas comportam em relação ao respeito
devido ao embrião humano. A consolidação da prática da fecundação in vitro exigiu
inúmeras fecundações e destruições de embriões humanos. Ainda hoje, pressupõe
habitualmente uma hiperovulação da mulher: vários óvulos são extraídos,
fecundados e, a seguir, cultivados in vitro por alguns dias.
Normalmente, nem todos são inoculados nas vias genitais da mulher; alguns
embriões, comumente chamados 'excedentes', são destruídos ou congelados. Entre
os embriões implantados, às vezes alguns são sacrificados por diversas razões
eugênicas, econômicas ou psicológicas. Tal destruição voluntária de seres
humanos ou a sua utilização para diversos fins, em detrimento da sua
integridade e da sua vida, é contrária à doutrina já recordada, a propósito do
aborto provocado.
Freqüentemente verifica-se uma
relação entre fecundação in vitro e eliminação voluntária de embriões
humanos. Isso é significativo: com esta maneira de proceder, de finalidades
aparentemente opostas, a vida e a morte acabam submetidas às decisões do homem
que, dessa forma, vem a se constituir doador arbitrário de vida ou de morte.
Esta dinâmica de violência e de domínio pode permanecer despercebida por parte
daqueles mesmos que, querendo utilizá-la, a ela se sujeitam. Um juízo moral
acerca do FIVET (fecundação in vitro e transferência do embrião) deve
levar em consideração os dados de fato aqui recordados e a fria lógica que os
liga: a mentalidade abortista que o tornou possível, conduz assim,
inevitavelmente, ao domínio por parte do homem sobre a vida e a morte dos seus
semelhantes, que pode levar a uma eugenia radical.
No entanto, abusos deste tipo não
eximem de uma aprofundada e ulterior reflexão ética acerca das técnicas de
procriação artificial consideradas em si mesmas, abstração feita, tanto quanto
possível, da destruição dos embriões produzidos in vitro."
(Congregação para a Doutrina da Fé, Instrução Donum Vitae, sobre o respeito à vida humana
nascente e a dignidade da procriação, de 22 de fevereiro de 1987)
2. "Além disso, é
eticamente inaceitável para a Igreja a dissociação da procriação do
contexto integralmente pessoal do ato conjugal, pois a procriação humana é um
ato pessoal do casal homem-mulher, que não admite nenhuma forma de delegação
substitutiva. A aceitação pacífica da altíssima taxa abortiva das técnicas de
fecundação in vitro demonstra eloquentemente que a substituição do
ato conjugal por um procedimento técnico – além de não ser conforme ao respeito
devido à procriação, que não se reduz à simples dimensão reprodutiva –
contribui para enfraquecer a consciência do respeito devido a cada ser humano.
O reconhecimento de tal respeito é favorecido pela intimidade dos esposos,
animada pelo amor conjugal.
A Igreja reconhece a legitimidade
do desejo de ter um filho e compreende os sofrimentos dos cônjuges angustiados
com problemas de infertilidade. Tal desejo, porém, não pode antepor-se à
dignidade de cada vida humana, a ponto de assumir o domínio sobre a mesma. O
desejo de um filho não pode justificar a 'produção', assim como o desejo de não
ter um filho já concebido não pode justificar o seu abandono ou
destruição." (Congregação para a Doutrina da Fé, Instrução Dignitas Personae, sobre algumas questões de
bioética, 8 de setembro de 2008, n. 16)
O Catecismo da Igreja Católica
lembra, enfim, aos casais que não podem gerar filhos que "a esterilidade
física não é um mal absoluto" (n. 2379). Embora constitua um fato particularmente
doloroso, unidos ao sacrifício de Cristo, os nossos sofrimentos adquirem valor
redentor. Além disso, mesmo àqueles casais que não podem oferecer à Igreja
filhos gerados de seu próprio ventre, permanece vivo o apelo de Cristo para que
se tornem efetivamente pais espirituais, gerando filhos já, não para este mundo
terreno e passageiro, mas para a vida vindoura e eterna.
Fonte: https://padrepauloricardo.org/episodios/o-que-a-igreja-ensina-a-respeito-da-fecundacao-artificial
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
O papel do homem na família
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Unknown,
AS
08:36
O Catecismo da Igreja ensina que
a família é um “sinal da Santíssima Trindade” na Terra; assim, pai, mãe e
filhos formam uma comunidade de vida e de amor à imagem de Deus. Por isso, a
família é fundamental e insubstituível. Ela é a base de todo plano divino. O
homem, o pai, representa a figura de Deus. Seu exemplo e bondade, mas também a
firmeza d’Ele, que deve levar os filhos a terem, por analogia, uma visão bela
do Senhor, que é amoroso, honesto, puro e desapegado.
A criança precisa ter um
pai e uma mãe para poder firmar sua personalidade masculina ou feminina
diante da figura paterna e materna. O pai é, sobretudo para os meninos, um
modelo de vida, um ponto de segurança e estabilidade. Para a esposa, ele é
segurança; ela gosta de “apoiar-se” nele, consolar-se em seus ombros. A mulher
chora com facilidade, mas estremece quando vê o homem chorar.
O Papa Paulo VI disse que o
marido é a cabeça do casal e a esposa é o seu coração. Ele tem o primado da
razão, e ela o do coração. São Paulo pediu aos maridos: “amai as vossas
mulheres como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (Ef 5,25). Então, o
marido deve estar pronto a gastar a sua vida pelo bem da sua esposa e dos seus
filhos. Já que ele é a cabeça da família, deve estar pronto para todo
sacrifício, a fim de que ela seja feliz.
Para isso, ele terá, antes de
tudo, de ser um homem fiel à sua esposa em pensamentos, palavras e
atos, para que a sua união com ela seja forte e indissolúvel. Qualquer
resvalada nisso pode desmoronar o lar.
Um adultério é um câncer na vida
conjugal e, na maioria das vezes, é praticado pelo homem. Então, ele
precisa ter a graça de Deus para vencer toda fraqueza da carne. Não se esquecer
jamais do que Jesus disse: “Vigiai e orai, o espírito está pronto, mas a carne
é fraca”. O homem jamais pode brincar com isso e dar-se a “facilidades” com
outras mulheres que não seja a sua. Ele precisa vigiar o tempo todo,
policiar-se em cada ambiente, sobretudo quando está só. A família é sagrada e não
pode correr riscos de dissolução.
Victor Hugo disse que:
“O homem é a mais elevada das
criaturas de Deus, mas a mulher é o mais sublime dos ideais. Deus fez para o
homem um trono; para a mulher, um altar. O homem é o cérebro; a mulher, o
coração. O cérebro produz a luz; o coração produz o amor. A luz fecunda; o amor
ressuscita.
O homem é um gênio; a mulher é um
anjo. O gênio é incomensurável; o anjo, indefinível. A aspiração do homem é a
suprema glória; a aspiração da mulher a virtude extrema. A glória promove a
grandeza; a virtude, a divindade. O homem tem a supremacia; a mulher, a
preferência. A supremacia significa a força; a preferência, o direito.
O homem é forte pela razão; a
mulher, invencível pelas lágrimas. A razão convence; as lágrimas
comovem. O homem é capaz de todos os heroísmos; a mulher de todos os
martírios. O heroísmo nobilita; o martírio purifica. O homem é o código; a
mulher, o Evangelho. O código corrige, o Evangelho aperfeiçoa. O homem é o
templo; a mulher, o sacrifício. Ante o templo, nos descobrimos; ante o
sacrário, nos ajoelhamos. O homem pensa; a mulher sonha. Pensar é ter uma larva
no cérebro; sonhar é ter na fronte uma auréola.
O homem é o oceano; a mulher o
lago. O oceano tem a pérola que adorna; o lago, a poesia que deslumbra. O homem
é a águia que voa; a mulher o rouxinol que canta. Voar é dominar o espaço;
cantar é conquistar a alma. O homem tem um farol: a consciência; a mulher, uma
estrela: a esperança. O farol guia; a esperança salva. Enfim, o homem está
colocado onde termina a Terra; a mulher onde começa o Céu”.
Tudo isso mostra que Deus fez
homem e mulher um para o outro, e ambos precisam um do outro. E os filhos
precisam de ambos.
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Como ensinar as crianças a rezar?
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Unknown,
AS
14:58
Hoje em dia muitas famílias já não oram mais juntas, e
sempre surge a dúvida: quem deve ensinar as crianças a rezar? A família ou o
catequista?
A criança precisa conhecer os elementos básicos da Fé em
seus primeiros anos de vida, e nada melhor do que os pais, que são as pessoas
mais próximas neste tempo para ensinar. Aquilo que se aprende no início da
vida, nunca se esquece.
O primeiro passo é orar com a criança, um verso simples e
curto, para que se desperte o desejo de rezar. Um exemplo fácil e muito
utilizado é a música “Mãezinha do Céu”:
"Mãezinha do céu, eu não sei rezar
Eu só sei dizer quero te amar
Azul é seu manto, branco é seu véu
Mãezinha eu quero te ver lá no céu.
Mãezinha do céu, mãe do puro amor
Jesus é seu filho
Eu também o sou.
Mãezinha do céu vou te consagrar
A minha inocência, guarda-a sem cessar
Azul é teu manto, branco é seu véu
Mãezinha eu quero te ver lá no céu."
É importante ter cuidado com o que se deixa entrar em casa,
como revistas e livros com conteúdos impróprios, alguns programas de televisão,
músicas, etc. Não é difícil encontrar produtos, infantis inclusive, que podem
auxiliar na evangelização das crianças ainda em seus primeiros passos, como
Bíblia infantil, rosário para crianças, DVDs com desenhos bíblicos, programas
de TV e músicas católicas, imagens de santos como criança, e diversos produtos
que podem aproximar a criança da igreja.
O exemplo sempre será melhor forma de ensinar, a criança
geralmente imita o pai e a mãe, portanto a oração diária, algumas músicas, o
sinal da cruz, ir à missa aos domingos fará com que a criança aprenda
rapidamente e essa experiência ficará gravada como algo bom, uma rotina da vida
familiar.
Deve-se lembrar que ensinar é diferente de obrigar. O fato
de ser obrigado a fazer algo naturalmente gera um desconforto. A criança
forçada a orar pode se revoltar contra a igreja e não ter interesse nenhum em
se aprofundar nos ensinamentos de Deus. No tempo dela, ela terá vontade de
conhecer e aprender as orações e de acompanhar a família à missa.
O catequista ensina o essencial da Fé, e é importante sua
participação na vida da criança durante o catecismo. O Papa João Paulo II
disse: “A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos
adultos, a qual compreende especialmente um ensino da doutrina cristã, dado em
geral de maneira orgânica e sistemática, com fim de iniciá-los na plenitude da
vida cristã”.
Além de passar as regras e a doutrina, o catequista tem a
missão de promover o encontro pessoal do catequizando com Jesus. Para isso, a
criança precisa ter o desejo de Deus, a vontade de estar próxima a igreja e
participar do catecismo. A missão de despertar esse desejo, de iniciar essa
aproximação é da família, principalmente dos pais. Como é sua participação nos
grupos da comunidade? Quando participa da Santa Missa? Quais são os momentos de
oração em família? Quais músicas costuma ouvir? Essas respostas o ajudarão a
avaliar sua contribuição na evangelização de seus filhos.
“Disse-lhes Jesus: Deixai vir a mim estas criancinhas e não
as impeçais, porque o Reino dos céus é para aqueles que se lhes assemelham.”
(São Mateus 19, 14)
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Como passar os valores cristãos para meus filhos?
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AS
17:29
A Igreja ensina que os primeiros catequistas dos filhos são os pais. É no oxigênio cristão do lar que os filhos se tornam cristãos. Por isso, é preciso que os pais vivam a fé católica, conheçam a doutrina cristã, frequentem os sacramentos, leiam com os filhos a Palavra de Deus, cultivem a moral católica e rezem com os filhos em casa.
São Paulo ensina aos romanos que “a fé entra pelo ouvido”. “E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão falar, se não houver quem pregue?” (Rom 10,15). É ouvindo os ensinamentos cristãos dos pais que os filhos vão sendo doutrinados na fé. É no colo da mãe e do pai que os filhos aprendem a crer em Deus, respeitar tudo o que é sagrado, rezar o santo Terço, amar a Virgem Maria, os Anjos e os santos. É com os pais que os filhos devem aprender as verdades bases de nossa fé, os doze artigos do Credo, os sete sacramentos, os Dez Mandamentos e a maneira correta de viver a vida como cristãos.
Dom Bosco dizia que educar os filhos é “formar bons cristãos e honestos cidadãos”. Nem sempre a escola dá às crianças uma educação moral correta. Dá-nos arrepios quando lemos que os governantes querem colocar nas escolas ensinamentos morais que contradizem a fé católica, ensinando por exemplo, uma deseducação sexual, sem castidade e sem pudor. Que tristeza saber que se ensina em muitas escolas os jovens a usarem “camisinhas” e, até em algumas, colocarem maquinas de distribui-las aos jovens, fomentando a promiscuidade e a vivência sexual fora do plano de Deus. É por isso que os pais precisam ficar muito atentos sobre tudo o que seus filhos estão aprendendo e vendo nas escolas hoje. Há cartilhas sobre “educação sexual” em algumas escolas públicas, que são verdadeiras aberrações.
Mas, para que os pais possam passar a seus filhos a boa educação católica é preciso amá-los de todo coração; gastar tempo com eles, estar com eles, aceitar renunciar seus momentos de diversão para gastar tempo com eles. Sem isso, não é possível conquista-los e educa-los como devem. Sem conquista-los, não é possível falar das coisas de Deus para eles de maneira convincente e que eles aceitem. O filho que não gosta do pai, porque é maltratado por ele, humilhado por ele, não pode aprender a amar a Deus com ele. O pai da terra é a primeira noção que o filho tem do Pai do céu.
É nos momentos de convívio, na hora do almoço e do lanche, nas conversas nos passeios, que os pais devem aproveitar para ir moldando a fé e o comportamento dos filhos segundo a fé da Igreja. São os pais que devem ensinar os filhos as boas maneiras, o respeito a cada pessoa, especialmente com os mais velhos, deficientes e pobres. É no lar que a criança precisa aprender com os pais o que é o caráter, a honradez, a justiça, o amor, a pureza, a bondade, o desprendimento, a humildade, a dizer sempre a verdade, a trabalhar. Enfim, o lar deve ser primeira escola de virtude e de bons valores. O povo diz, com sabedoria, que “filho de peixe” é peixinho.
O livro do Eclesiástico, no capitulo 30, ensina como os pais devem educar os filhos. “Aquele que dá ensinamentos a seu filho, será louvado por causa dele” (v.2). “Um cavalo indômito torna-se intratável, uma criança entregue a si mesma torna-se temerária” (v.8). “Não lhe dês toda liberdade na juventude, não feches os olhos às suas extravagâncias” (v. 11).
Os educadores são unânimes em dizer que a gente educa os filhos muitos mais pelos exemplos do que pelas palavras. Então, os pais devem ter todo o cuidado com o seu comportamento diante dos filhos. Se o pai mente, o filho aprende a mentir; se o pai fala palavrões, o filho repete; se a mãe é preguiçosa e desleixada, a filha a imita; se os pais rezam, os filhos rezam, naturalmente, sem dificuldade.
Disso tudo vemos a importância que a família tem na formação na criança. E que dizer de muitas crianças que não tem um pai a seu lado, porque ele abandonou sua mãe? A base de tudo é a família. O filho tem o direito de ter um pai, uma mãe, um lar, ser amado e educado com todo amor.
Prof. Felipe Aquino
Sete conselhos do Papa Francisco para as famílias
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AS
16:59
1 – Diálogo entre mãe e filhosPapa Francisco, em seus discursos e mensagens no Twitter, deixa sete conselhos para as famílias
O espírito de amor que reina numa família guia tanto a mãe quanto o filho nos seus diálogos, nos quais se ensina e aprende, se corrige e valoriza o que é bom.
2 – Não dormir sem se reconciliar
Não acabeis o dia sem fazer as pazes. A paz se faz, de novo, a cada dia em família. Um “desculpe-me” e assim se recomeça. “Com licença”, “obrigado” e “desculpe-me”! Podemos dizê-los juntos? Pratiquemos essas três palavras em família, perdoando-se a cada dia!
Não acabeis o dia sem fazer as pazes. A paz se faz, de novo, a cada dia em família. Um “desculpe-me” e assim se recomeça. “Com licença”, “obrigado” e “desculpe-me”! Podemos dizê-los juntos? Pratiquemos essas três palavras em família, perdoando-se a cada dia!
3 – Trocai afetos entre si
“A família é o lugar onde nós recebemos o nome, é o lugar dos afetos, o espaço de intimidade onde se aprende a arte do diálogo e da comunicação interpessoal”.
4 – Visitar os santuários e locais de peregrinação
«Caminhar juntos para os santuários e participar em outras manifestações da piedade popular, levando também os filhos ou convidando outras pessoas, é em si mesmo um gesto evangelizador». Não coarctemos nem pretendamos controlar essa força missionária.
5 – Ler juntos o Evangelho
“Seria maravilhoso rezar juntos em família o terço. A oração faz com que a vida familiar torne-se ainda mais sólida.” Twitter de 6 de maio de 2013
«Caminhar juntos para os santuários e participar em outras manifestações da piedade popular, levando também os filhos ou convidando outras pessoas, é em si mesmo um gesto evangelizador». Não coarctemos nem pretendamos controlar essa força missionária.
5 – Ler juntos o Evangelho
“Seria maravilhoso rezar juntos em família o terço. A oração faz com que a vida familiar torne-se ainda mais sólida.” Twitter de 6 de maio de 2013
“Uma família iluminada pelo Evangelho é uma escola de vida cristã. Nela se aprende fidelidade, paciência e sacrifício.” Twitter 10 de maio de 2014
6- Cultivar relações sadias
Conscientes de que o amor familiar enobrece tudo o que o homem faz e lhe dá um valor agregado, é importante incentivar as famílias a cultivarem relações sadias entre seus membros, como dizer uns aos outros “perdão”, obrigada”, “por favor” e dirigir-se a Deus com o belo nome de Pai.
Conscientes de que o amor familiar enobrece tudo o que o homem faz e lhe dá um valor agregado, é importante incentivar as famílias a cultivarem relações sadias entre seus membros, como dizer uns aos outros “perdão”, obrigada”, “por favor” e dirigir-se a Deus com o belo nome de Pai.
7- Esposos cristãos, testemunhem seu matrimônio
Por um ato de amor livre e fiel, os esposos cristãos testemunham que o matrimônio, por ser sacramento, é a base onde se funda a família e faz mais sólida a união dos cônjuges e sua entrega recíproca.
Por um ato de amor livre e fiel, os esposos cristãos testemunham que o matrimônio, por ser sacramento, é a base onde se funda a família e faz mais sólida a união dos cônjuges e sua entrega recíproca.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Maria Santíssima - VIRGEM E MÃE
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AS
09:28
Católicos reagem ante vídeo que promove o
aborto e ironiza a virgindade de Nossa Senhora
REDAÇÃO CENTRAL, 06 Nov. 15
/ 07:00 pm (ACI).- “Meu corpo, minhas regras”, esse é o título de um
vídeo que gerou repercussões esta semana, ao reunir atores famosos pronunciando
discurso abortista. Além de promover o que defende como direito da mulher, o
filme indignou a muitos ao colocar em dúvida a virgindade de Nossa Senhora, sugerindo que esta seria
um erro de tradução.
O vídeo foi divulgado nesta
semana, às vésperas do lançamento do filme Olmo e a Gaivota, de Petra Costa,
que venceu como Melhor Longa-Metragem de Documentário no Festival do Rio 2015.
Na ocasião, Costa fez um discurso dedicando a premiação às mulheres e
defendendo o aborto, postura que foi alvo de críticas na internet. Segundo
os produtores, foi em resposta a essas críticas que os atores se uniram para
gravar o vídeo.
“Falar de gravidez é um
tabu. Vem desde Nossa Senhora, que engravidou virgem. Uma gravidez sem sexo,
sem corpo, sem desejo e sem medo. Sem sexo? Esse lance de virgindade (é) erro
de tradução. Do hebraico pro grego, do aramaico para o hindu”, dizem os atores.
Diante dessa declaração,
especificamente, católicos viram a necessidade de esclarecer a questão. Entre
eles, Pe. José Eduardo de Oliveira e Silva, Professor de Teologia Moral, doutor
pela Pontifícia Universidade Romana da Santa Cruz.
“Para ajudá-los em seu
desconhecimento bíblico, e também para reparar a blasfêmia que cometeram contra
a fé cristã, é meu dever lhes dizer que Nossa Senhora é Virgem, e isso não é um
erro de tradução”, escreveu em seu Facebook.
O sacerdote cita o profeta
Isaías (7,14), o qual afirma: “eis que uma Virgem conceberá e dará à luz um
filho, e será o seu nome Emanuel”. Sobre este trecho, explica que “a palavra
‘????’, ‘almah’, significa literalmente ‘donzela’, e empregava-se às moças
virgens que viviam ainda com seus pais”.
Faz ainda referência ao
evangelho de Mateus (1,23), “em sua versão grega”, o qual “traduz a palavra
‘almah’ por ‘παρθενος’, ‘partenos’, que, literalmente, ‘significa’ virgem”.
“O que os evangelistas
queriam dizer é que aquele texto de Isaías cumpria-se literalmente no parto
miraculosamente virginal de Maria, que gerava humanamente o próprio Deus
encarnado em seu ventre imaculado”, explica Pe. José Eduardo.
De quem são as
regras?
Um dos argumentos
apresentados durante o vídeo e que dá nome ao mesmo é “meu corpo, minhas
regras”, seguindo o raciocínio feminista de que a mulher tem plenos direitos
sobre o seu corpo e assim poderia decidir se quer ou não dar continuidade a uma
gravidez.
Segundo o Pe. José Eduardo,
porém, essas regras defendidas, na verdade, vêm de fora. “São as regras dos
coletivos feministas marxistas, que servem aos interesses dos Conselhos
Populacionais, sucursais de Fundações Internacionais que querem a implantação
de um governo mundial, e a redução da natalidade a níveis demograficamente
suicidas”, postou em sua rede social.
O sacerdote indica que os
envolvidos neste vídeo “venderam seus corpos a quem lhes pagou por isso”, para
que eles obedecessem tal regra pensando ser deles próprios. Mas, explica que,
de fato, o que acontece é que são enganados pelos promotores dessas ideias,
“visto que o melhor engano é aquele em que o ludibriado se sente convicto de
não sê-lo, sendo-o”.
“O pior disso é que, embora
talvez vocês nunca tenham feito o aborto, algum desinformado o faça por causa
de ‘suas’ regras, que não são ‘suas’, nem nunca serão ‘deles’”, observa.
Por fim, Pe. José Eduardo
reflete sobre a situação do bebê, o qual em nenhum momento é considerado no
vídeo.
“Sinto muito por vocês,
sinto muito pelo Brasil, mas sinto muito mais pelos bebês, pois, diante de
tantos ‘corpos’, parece que eles mesmos não têm aqueles que, de fato, são
seus”, lamenta o padre, que completa: “Eles são os únicos sacrificados, os
únicos expropriados de tudo. Eles não têm regras, não é verdade? Então devem
obedecer às ‘suas’, aliás, que não são suas?”.
O que está por trás
disso tudo
Em artigo intitulado
“Entenda porque os atores da Globo estão em uma campanha a favor do aborto”,
publicado no site da Casa Pró-vida Mãe Imaculada, Pe. Silvio R. Roberto, MIC,
contextualiza a divulgação desse vídeo em relação ao cenário atual dos debates
sobre aborto no Brasil.
Ele destaca que “os
defensores do assassinato das crianças estão desesperados, pois sua ideologia
de morte está perdendo terreno cada dia mais”.
O sacerdote explica que a
legalização do aborto no Brasil é um desejo antigo da indústria abortista, que
quer ampliar o seu mercado e “faturar em cima do sofrimento de crianças e mães”.
Ressalta que a mídia secular anseia “pela liberação do aborto porque este
contribui para o seu projeto de Revolução cultural, cujo objetivo é destruir os
valores cristãos na sociedade”. Declara ainda que a ONU tem trabalhado para
aprovar o aborto nos países membros, com uma “tática de manipulação da
linguagem” que defende o “Direito Sexual e Reprodutivo”.
“É sabido que, segundo os
planos dos abortistas e pelo montante de dinheiro por eles investido, o aborto
já deveria estar legalizado no Brasil há pelo menos uma década. O partido que
há mais de dez anos está no poder se comprometeu com esta legalização”, afirma.
Entretanto, observa que é
crescente o número de pessoas contrárias à legalização desta prática no Brasil
e, “para piorar as coisas para os abortistas, a última eleição que tivemos para
o Legislativo formou uma Casa ainda mais conservadora, impedindo que a
legalização do aborto passe como lei”.
Como sinal da articulação
pró-vida, cita o Projeto de Lei 5.069/2013, que criminaliza o “induzimento,
instigação ou auxílio ao aborto”, bem como determina a necessidade do exame de
corpo de delito em caso de estupro para a autorização do aborto. Este PL foi
aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e irá a votação no plenário da
Câmara.
Por esses motivos, diz que
os abortistas precisam recorrer aos filmes e campanhas publicitárias, “na
tentativa de ganharem a opinião pública, sempre por meio da mentira e das meias
verdades”.
“Se é verdade que a nossa
luta é de Davi contra Golias, pois eles detêm a mídia, o dinheiro e a fama, nós
detemos a verdade, algo que fala direto ao coração humano. Mas, assim como eles
não descansam na busca de seu objetivo sórdido – o assassinato – muito mais nós
– cidadãos comuns – devemos nos empenhar por um país de cultura de vida”,
completa.
Texto extraído do site:
http://www.acidigital.com/noticias/catolicos-reagem-ante-video-que-promove-o-aborto-e-ironiza-a-virgindade-de-nossa-senhora-90326/
segunda-feira, 22 de junho de 2015
A Ideologia de gênero é contrária ao plano de Deus - catequese do Papa Francisco
Postado Por
Unknown,
AS
13:16
O site ACI/EWTN
Noticias publicou nesta quarta-feira (15/04/15) as
palavras do Santo Padre em sua habitual catequese na qual ressaltou que a
criação do homem e da mulher, com o sacramento do matrimônio, são “um
maravilhoso dom que Deus instituiu à humanidade”.
Antes de começar o seu
discurso, o Papa explicou que “esta catequese e a próxima serão sobre a
diferença e a complementariedade entre o homem e a mulher, que estão no vértice
da criação divina; as duas catequeses que seguirão depois serão sobre outros
temas do Matrimônio”. Durante a sua explicação, o Papa Francisco denunciou a
ideologia de gênero ou teoria do gênero e mostrou uma série de preocupações que
se derivam dela. Pedindo a todos os fiéis e principalmente às famílias que
mostrem a beleza da aliança entre o homem e a mulher, animou a vivê-la “para o
bem”. O Papa começou recordando o Livro do Gênesis, onde lemos que Deus, depois
de ter criado o universo inteiro, “criou o ser humano à sua imagem: criou-os
homem e mulher.” Francisco sublinhou que “a diferença sexual está presente em
muitas formas de vida. Não só o homem e nem só a mulher são imagem de Deus, mas
ambos, como casal, são imagem de Deus Criador. “Isto nos diz que não só o homem
tomou em si a imagem de Deus, não só a mulher tomou em si a imagem de Deus, mas
também o homem e a mulher, como casal, são imagem de Deus”.
Portanto, a diferença entre
eles tem em vista a comunhão e a geração, e não a contraposição nem a
subordinação. “Somos feitos para ouvir-nos e ajudar-nos reciprocamente. Sem
esse enriquecimento recíproco, não se pode entender profundamente o que
significa ser homem e mulher”, disse o Papa. Continuando, disse que “a cultura
moderna e contemporânea abriu novos espaços, novas liberdades e novas
profundidades para o enriquecimento da compreensão destas diferenças”, mas
denunciou que “introduziu também muitas dúvidas e muito ceticismo”. Depois
enumerou uma série de exemplos: “Pergunto-me, por exemplo, se a chamada teoria
do gênero não é expressão de uma frustração e resignação, com a finalidade de
cancelar a diferença sexual por não saber mais como lidar com ela. Neste caso,
corremos o risco de retroceder”, alertou. “A eliminação da diferença, com
efeito, é um problema, não uma solução. Para resolver seus problemas de
relação, o homem e a mulher devem dialogar mais, escutando-se, conhecendo-se e
amando-se mais”. Aliás, “devem tratar-se com respeito e colaborar com a
amizade”. E “com estas bases humanas, sustentadas pela graça de Deus, é
possível projetar a união matrimonial e familiar que dure para a vida inteira”.
“A união matrimonial e familiar é algo sério, não só para os cristãos, é para
todos”, assinalou.
Nesse sentido, exortou os
intelectuais a que “não abandonem este tema, como se fosse algo secundário pelo
empenho em favor de uma sociedade mais livre e justa”. “Deus confiou a terra à
aliança do homem e da mulher: a falência desta aliança gera a aridez dos afetos
no mundo e obscurece o céu da esperança”. “Os sinais são visíveis e
preocupantes”, disse, indicando duas reflexões que merecem atenção: A primeira,
relacionada à importância da mulher e seu papel na sociedade. Sobre isto
manifestou que “sem dúvida devemos fazer muito mais a favor da mulher, se
queremos dar mais força à reciprocidade entre homens e mulheres. É necessário,
de fato, que a mulher não seja somente mais ouvida, mas que a sua voz tenha um
peso real, uma autoridade reconhecida na sociedade e na Igreja. O Pontífice
citou como exemplo o modo como Jesus no Evangelho considerou as mulheres num
período em que eram relegadas a segundo plano: “Em um contexto menos favorável
que o nosso, manda uma luz potente, que ilumina um caminho que leva longe, do
qual percorremos somente uma parte”, trata-se pois “de um caminho a
percorrer-se com mais criatividade e mais audácia”.
A segunda reflexão diz
respeito ao tema do homem e da mulher criados à imagem de Deus. “Me pergunto se
a crise de confiança coletiva em Deus não estaria relacionada à crise da
aliança entre homem e mulher, já que a comunhão com Deus está intimamente
ligada à comunhão do casal humano. O Pontífice esclareceu que a Escritura “nos
diz que a comunhão com Deus se comprova na comunhão do casal humano e que a
perda da confiança no Pai celeste gera divisão e conflito entre o homem e a
mulher”. Eis então a grande responsabilidade da Igreja e de todos os fiéis e
das famílias cristãs para redescobrir a beleza do projeto criador que grava a
imagem de Deus também na aliança entre o homem e a mulher”. O Papa concluiu
dizendo que “a terra enche-se de harmonia e confiança quando a aliança entre o
homem e a mulher é vivida no bem. Jesus nos encoraja explicitamente ao
testemunho desta beleza, que é a imagem de Deus”, concluiu o Papa.
Por Álvaro de Juana
Fonte:http://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-a-ideologia-de-genero-e-contraria-ao-plano-de-deus-10716/
Fiquem com Deus!
A Paz de Cristo!
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